segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Fim de ano

Outro ano passou. E muito mudou.
Novos colegas. Colegas que se tornaram amigos. E amigos que se tornaram insubstituíveis.
De tudo ocorreu. Brigas, discussões, afastamento, desculpas, reaproximações e muitas conversas.
No meio dessa loucura diária, encontramos tempo para rir, tomar vitaminas, dançar, cantar, jogar, nos aproximar e fortalecer nossas relações.
Até que chegou o dia da separação.
No início, ninguém se deu conta, mas quando alguém começou a chorar, uma reação em cadeia se iniciou.
A ficha cai, você percebe que agora, as distâncias que eram anuladas, se tornam reais, os sonhos de cada um nos direciona para lugares diferentes.
Pessoas que você se acostumou a ver diariamente, ou mesmo aquelas que se conheceu perto do fim, simplesmente, desaparecem.
E tudo que restou, foi o abraço. Um abraço que tentou transmitir toda a saudade antecipada e o quanto nos importávamos com o outro.
Mas nos despedimos com a promessa de não nos esquecer e mantermos contato, não importando como, mas que nada nos separe.
Se essa promessa será cumprida? Só o futuro sabe. Depende de nós aceitarmos as distâncias, ou nos esforçar para cumpri-la.

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